Ex-funcionário da Lionhead Studios afirma que as nuvens chegaram para ficar no mundo dos games

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Uma grande área de interesse nos dias de hoje é a computação em nuvem, especialmente tendo em conta a demonstração das suas capacidades em Crackdown 3.
Várias outras aplicações como o PlayStation Now e Elite Dangerous da Frontier também já estão usando a computação em nuvem. No entanto, como isso vai ajudar a alimentar os gráficos e cenários mais recentes nos próximos anos? Será que vai haver mais confiança na nuvem e menos no hardware real do console?

Em uma entrevista recente com o Gamingbolt, o atual CEO da Celtoys e ex-funcionário da Lionhead Studios, Don Williamsom expressou sua opinião a respeito do uso da nuvem no mundo dos games, não apenas no Xbox One, mas de um modo geral.

“Estou totalmente convencido de que algumas das escolhas nas quais estão investindo dinheiro agora vão ser financeiramente descartadas. No entanto, a nuvem está aqui para ficar e é normal cometermos muitos erros antes de encontrar formas de explorar a tecnologia a longo prazo.
Se dividirmos um caminho de uma típica engine de jogo em vários pedaços, teremos inúmeras maneiras de chegarmos ao mesmo lugar. Imagine criar esta nova infra-estrutura na nuvem, é como a evolução do software escrito em motores 3D e acelerados dentro de uma GPU, e, no futuro, estaríamos adicionando outra grande GPU no céu”.

“Claro que o outro elemento para renderização em nuvem é a capacidade de escrever uma única engine que pode ser distribuída real-time para muitos dispositivos diferentes, no seu bolso ou em uma tela gigante da sua sala. Nós já temos exemplos desse trabalho sendo executados com sucesso em sua rede local, mas eu acho que há um longo caminho a percorrer antes que os problemas de latência e custo sejam resolvidos”.

Sugerindo assim que a nuvem também pode ser usada para escrever toda a engine de um jogo para qualquer plataforma que você quer jogar.

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