Review: Overwatch – Impressões da versão Beta

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Das mãos da Blizzard, estamos próximos da data de um dos lançamentos mais divertidos do ano. Overwatch é o próximo game da produtora de Diablo. Mesclando tiro em primeira pessoa com objetivos rápidos e muito humor, a Blizzard nos proporciona uma experiência incrível (ao menos neste teste beta). Confira abaixo nossas impressões sobre a versão que jogamos neste fim de semana.

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A premissa de Overwatch é simples: escolha um entre os 21 heróis disponíveis e cumpra seu objetivo, buscando eliminar os inimigos do outro time durante o processo. Os personagens são divididos em classes, sendo elas Ofensivos, Defensivos, Suporte e Tanque. Além disso, existem pequenas diferenças entre cada um que podemos distingui-los em subclasses. Temos heróis que constroem apoio mecânico, e são considerados também como Construtores, assim como personagens focados em ataques poderosos de corpo-a-corpo.

Como em um MOBA (Multiplayer Online Battle Arena), os jogadores precisam cooperar entre si não somente durante a partida, mas também na hora de escolher as classes para se jogar. A Blizzard, sabendo que nem todos possuem um grupo fixo para formar um time completo, implementou um sistema de dicas durante a tela de seleção de personagens, indicando as fraquezas e os exageros do time (a falta de um personagem de suporte, ou o excesso de personagens defensivos, por exemplo). Isso ajuda a criar times mais balanceados. Ou deveria, pelo menos. A ideia é excelente, mas depende muito da execução dos jogadores. Porém, a produtora fez sua parte.

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Com a partida rolando, podemos experimentar um dinamismo muito grande durante a jogatina. As partidas possuem um ritmo rápido, o que agiliza o início da ação e intensifica a experiência dos jogadores. Os objetivos são simples, então a curva de aprendizado acaba dependendo mais do personagem escolhido. Alguns são mais casuais e convidativos a jogadores novatos (como o Soldado 76), enquanto outros (como a Tracer, por exemplo), exige uma dedicação maior para se dominar. É possível treinar jogando contra a inteligência artificial, o que ajuda a experimentar os heróis e a dominar pelo menos as estratégias mais básicas de cada um sem esquentar a cabeça com outros jogadores mais experientes.

Às vezes, podemos perceber que há uma certa falta de balanceamento entre os personagens. Alguns precisam de pouquíssimo esforço para causar estrago no time adversário, e isso fica evidente, principalmente, com o modo sentinela do personagem Bastion. Mas como o game está em fase de testes aberta ao público, é de se imaginar que a Blizzard dê atenção a esse detalhe de balanceamento antes do lançamento definitivo do game.

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Tecnicamente, o game é belíssimo. O visual é caricato, mas não chega a ser infantilizado. Existe um humor muito forte no design dos personagens, indo de seu visual até suas falas. A parte sonora é excelente também, principalmente na parte da dublagem em português do Brasil, que se destaca com vozes conhecidas do grande público que aprecia a dublagem tupiniquim.

Overwatch definitivamente nos conquistou. Seu ritmo rápido é convidativo a ficar horas repetindo aquela famosa frase: “só mais uma partida!”. Para incentivar os jogadores, a cada progressão de nível ganha-se uma caixa com itens especiais, que podem conter visuais novos para os personagens, novas falas, imagens de exibição social, dentre outras perfumarias que agregam valor de conteúdo ao jogo.

Aguardamos ansiosos pelo jogo completo.

Overwatch chega em 25 de maio de 2016, para Xbox One, PS4 e PC.

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