Review: Assassin’s Creed Rogue

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Neste mais recente jogo para a geração passada de consoles, PS3 e Xbox 360 e com um pé no PC, em Assassin’s Creed Rogue, vivemos na pele de Shay Patrick Cormac, um novato dentro da Irmandade dos Assassinos, que se desilude com a ordem e se torna um templário. Neste game, o foco é mostrar os inimigos a partir de um novo ângulo.

Enredo

A história está dividida em seis sequências, onde iremos viver as memórias de Shay, onde algumas delas estarão corrompidas, como já é de praxe na série. Shay é uma personagem de personalidade forte, liderado por seus próprios ideias, refletindo-se no início como um assassino, mas nem tudo é preto e branco em Assassin’s Creed.

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Seguindo a linha do que já vimos em Black Flag, Rogue leva-nos para a mesma época do século 18, onde os mares estavam a ser conquistados e o novo mundo era a próxima promessa do paraíso dos europeus. Shay tem como mentor Achilles Davenport, isso mesmo, aquele velho Achilles, mentor de Connor em Assassin’s Creed 3, que tem extrema dificuldade em controlar o seu temperamento. Pois nosso personagem é comandado por um espirito de justiça própria e não importa se são Assassinos ou Templários, Shay sempre tentará ser fiel a si mesmo. Shay é também o primeiro personagem da série que se torna num templário, arqui-inimigos dos assassinos.

Jogabilidade e Visual

Se você espera uma grande mudança de visual e jogabilidade, talvez fique um pouco decepcionado, pois Assassin’s Creed Rogue pouco inova em comparação com os jogos anteriores. Existem apenas duas adições a Rogue: um lança granadas, que serve para destruir portas e a possibilidade de incendiar a superfície do mar com barris de óleo. Uma ausência de peso em Assassin’s Creed Rogue é o modo multiplayer, presente em Black Flag e Unity. Rogue é apenas single-player e nada mais. Para alguns isto pode ser alo ruim, mas pessoalmente não senti falta das missões cooperativas e modos de jogo multiplayer.

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Em termos visuais, tirando o gelo e o frio, algumas cidades são exatamente iguais a certas ilhas de Black Flag. Por fim, a impressão é que as pessoas estão pagando por um DLC e não por um jogo novo. Rogue vale pela história e pelos pormenores que adiciona a toda a trama de Assassin’s Creed, com ligações a Unity, Black Flag e ainda a Assassin’s Creed 3.

 

 

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